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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

O meu coração é um balão

Que anseia por uma corrente de ar

Desde que os meus olhos em ti foram chocar.

Como crer não é ser, mantive-o ábdito e abscôndito até agora.

Mas desde o momento em que uma abentesma me veio relatar que,

Lá fora,

Dançavam árvores acárpicas asfixiadas na sua tristeza de terem estropiado aquilo que as embeleza,

Que ele tem vindo a inchar.

Abaloaste-me o coração sem me explanar o seu porquê.

Recorreste ao teu estro com palavras caladas pelo teu olhar eufémico de me querer causar excídio amoroso.

Chegou o ar,

O balão está amarrado por um fio. E o vento sopra, sopra tempestuoso. 



publicado por Emanuel Graça às 00:00 | link do post | comentar

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